Bahia: “A terra da felicidade”

Baianinhas

Baianinhas

Olá!

De volta à terrinha (SC), após 4 dias na Bahia (Arraial D’Ajuda) e 1 dia perdido entre aviões e aeroportos, ainda sinto as consequências do excesso de sol e ar condicionado, a gripe bateu forte! Mas então, quero registrar  a minha experiência nessa terra tão falada e almejada pelos turístas chamada Bahia, sobre as pessoas, a arquitetura, as peculiaridades, as lições e tudo que aconteceu nesses dias.

1º Dia e Meio

O nosso primeiro vôo partiu as 14:00 do dia 20 no aeroporto de Navegantes, e por volta das 13:20 já estavamos aguardando o embarque, como tinhamos feito o check-in via web, bastava imprimir os cartões de embarque (4 aliás) e despachar a bagagem. De Navegantes-SC a Congonhas-SP foi um vôo tranquilo e bem rápido, acho que não chegou a 50 minutos (já havia feito esse mesmo trajeto em 2003 por duas vezes, mas via GOL), tenho que registrar que o serviço de bordo da TAM me pareceu melhor que o da GOL que experimentei em 2003, hoje não sei como está, mas algumas pessoas que encontramos em Arraial e foram de GOL, nos disseram que não gostaram muito. Um fato engraçado sobre o serviço de bordo é que a maioria das pessoas do avião estava viajando a negócios (pelo menos parecia) enquanto todos estavam tomando sucos e refrigerantes, eu fiz questão em pedir duas cervejas em tom de voz mediano quando todos na proximodade deram uma espiadinha, situação engraçada. Chegamos em Sampa por volta das 15:00, e para a “felicidade geral” o nosso próximo vôo era apenas as 19:40, o que siginifica quase 5 horas num aeroporto, rodamos e rodamos, vimos alguns famosos (Moacir Franco e Rita Lee), fizemos de tudo para passar o tempo. Antes disso encontramos a Talita da agência Cubo e o Guimel que é um dos novos Eles3 para fazer um vídeo/entrevista sobre o lance da promoção, foi bem legal, tanto conhecer eles como a nossa entrevista.

Eu, Talita, Guimel e Amanda

Eu, Talita, Guimel e Amanda

Não quero perder muito tempo falando das conexões, escalas, mas não tem jeito, vou tentar resumir: depois de Sampa, passamos por Belo Horizonte, Salvador e finalmente em Porto Seguro, isso as 2 da manhã do dia 21. A recepção no aeroporto foi estranha, primeiro pelo aeroporto que parece uma rodoviária bem chumbrega, com portas pequenas, todos passando ao mesmo tempo, provavelmente cansados do percurso ou simplesmente aguniados para aproveitar suas “férias”, no mais, várias plaquinhas de identificação e CHUVA!
Pegamos uma van da CVC com outras pessoas com destino a Arraial D’Ajuda, conhecemos algumas pessoas legais no caminho, uma família, uma mulher e seu filho, ambos de MG, um senhor de SP e era e mais um casal que não sei de onde eram. Nesse mesmo translados já conhecemos um baiano chamado Jairo, muito gente boa, super bem humorado e que nos deu algumas dicas sobre o lugar, o jeito de falar e as gírias locais já garantiram algumas risadas. Pois bem, chegamos na pousada, era por volta das 3 da manhã, chuvendo, e adivinha? Tudo fechado, tocamos a campanhia por uns 15 minutos, até que conseguimos acordar o Sr. Ricardo, proprietário da pousada Varanda do Sol. Chegamos muito cansados, tomamos banho e não deu outra: CAMA!

No outro dia acordamos bem cedo, eram umas 7/8, pausa para um banho, aquele desjejum, e pernas pra que te quero! Como ainda estava chuvendo e não queriamos perder nenhum segundo mais, pegamos um guarda-sol emprestado e fomos passear pela vila em grande estilo. Rodamos por tudo, Beco das Cores (imagina um beco cheio de lojas e barzinhos), conhecemos todos os restaurantes e lojas da rua do Mucugê, fomos a Bróduei, uma rua onde tudo acontece e se escreve assim mesmo, até chegar na Igreja de Nossa Senhora D’Ajuda, onde rolou um momento sinistro da viagem. Eu nunca fui um cara muito ligado com o lado espiritual, religioso, superticioso e etc, mas entrar nessa igreja, especialmente numa sala denominada a “Sala dos Milagres”, onde haviam centenas, milhares, de fotos, partes de corpos esculpidas em cera ou madeira e outros objetos, cada um representando uma história de sofrimento e também de bênção e alegria. Essa sala me vez sentir algo bem diferente, uma sensação díficil de se explicar, mas existe algo ali, não sei explicar se é bom ou ruim, mas a sensação, pelo mentos pra mim, não foi das melhores, mas mesmo assim valeu a pena, era algo pesado, entende?

Qualquer semelhança é mera coincidência

Qualquer semelhança é mera coincidência

Depois tomamos banho na praia do Mucugê, aproveitamos também a piscina da nossa pousada até não aguentar mais. Após toda essa atividade, lá por umas 3, 4, 5 da tarde (não sei dizer ao certo os horários porque nunca estava com celular, muito menos com relógio), fomos comer num restaurante chamado Bárbara Bela,  na rua do Mucugê ( já ia me esquecendo de um detalhe, todas as lojas e restaurantes, não todas, mas a grande maioria, abre apenas após as 18:00, ô baianada hein!). Comemos um camarãozinho pachá, que nada mais é que uns camarões graudos, com um molho agridoce acompanhado de uns pedaços de queijo quente, muito bom.

Coisas da Bahia

Coisas da Bahia

Mais a noite estava rolando um reggae no Bar/Restaurente Girassol (o meu preferido), curtimos o reggae, uma sinuquinha, depois rolou um DJ e assim fomos até a festa acabar, não sem antes eu ter que ir na pousada umas 2 vezes pois o tal do camarão não me caiu muito bem, mas nada que pudesse estragar a festa.
No próximo dia tem rallye, forró, girassol, bebedeiras, lances estranhos, mas isso tudo eu conto em outro momento. Axé!

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